chacalog


 O DIA EM QUE ELA MIROU CARLITO AZEVEDO

 Ext/dia = praça da sé, crato = eu, carlito azevedo e Ieda Magri dávamos um confere nas barracas armadas para lançamentos, recitais e oficinas da Mostra do Cariri 2009. Eu e Carlito tínhamos chegado a pouco do Rio. Tudo era novidade. A praça bem arborizada, se preparava para receber um cortejo. Foi quando ouvimos a primeira badalada. Foi direto no hipotálamo. Buscamos a origem daquele som e vimos uma criatura encapuzada, de baixa estatura, caminhando no meio da praça.

O sol ainda era quente. A praça meio vazia, aguardando o cortejo. A criatura veio em nossa direção e estancou a uns vinte metros.  Olhei para o lado. Carlito estava todo eriçado. Parecia um angorá à vista de um buldogue. Ele havia entrado na sintonia. Eu mais que depressa, invoquei o poderoso esquadrão do Fluminense de 36. Desviei o olho da criatura e vi que as barracas não serviam para dar oficina. Eram muito expostas. E Carlito ali, paralisado. Tive que desguiá-lo para outros meridianos, para sorver um sorvete de graviola. Qualquer coisa. A criatura sentindo a quebra, foi  para outro serviço. Era ela. Não havia dúvida. Quem mais podia aparecer aquela hora na Praça da Sé, no Crato.

o badalo fatal

Em pouco tempo, a praça se cobria de guizos e fitas coloridas do reisado mirim, do pipocar dos rojões dos bacamarteiros, de uma ala de baianas, saída de não sei qual escola de samba, uma capoeira (minha aluna Cláudia) e dois mateus, os calungas dos reisados, com sua cara preta e miolo mole. Diante de tanta folia, a criatura se encolheu. Mas o estrago estava feito. Carlito andava com um olho rútilo e outro, escangalhado. Era o cansaço da viagem, o atordoamento das novidades ? Era ela, fazendo efeito.

Ext / noite = Tempo passou. Dei a oficina. Turma de poetas do Crato. Um pouco desconfiados com aquele E.T. caririoca. Naquela noite tinha show do Lucas Santana no Clube. Era segunda feira. Ressaca do fim de semana. O clube vazio. De repente uma voz crua, rascante e um ribombar de um surdo rasgou a atmosfera. Olhamos e vimos no palco um ser abissal, mistura de Mercedes Soza, Joan Baez e Ferreira Gullar. Era a Índia Vieja, vinda de não sei que ruína do Machu Pichu, de que beira de lago vulcânico da cordilheira. Ela cantava com suas amígdalas à mostra. Aquele som ricocheteava e penetrava direto o córtex. Começou a chover. Percebi que aquilo não era à-toa. Ela vinha para sarar. Olhei para o Carlito. Vi que o som metálico estridente se desmilinguia por trás de sua orelha astral. E um vulto envolto em panos se retirava furibundo por entre os fios de sua rala cabeleira. A Índia Vieja continuou por um tempo sem tamanho.  Lucas Santana queria entrar e não podia. Se alterou com a andarilha andina. A Índia Vieja imperturbável. Suas canções eram uivos de lhamas nas noites de solistício. Carlito já estava inteiro. Ameaçou um hully gully. A índia saiu enfim. Lucas entrou. A chuva nunca mais parou de tocar. Carlito, que só acredita na linguagem, escapou por pouco. E parece que desistiu da poesia. Dizem que fundou um grupo de mariachi em Guadalajara (ele toca arpa) que se apresenta apenas no Dia de Finados.

Contei esse história para o velho Zuca, ele sorriu como um decifrador de sinais e disse:

-  Ora vá plantar macacos!



Escrito por chacal às 17h33
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CARIRI, UMA MOSTRA UM MUNDO

REISADO DE SÃO MIGUEL

RAÍZES DO SERTÃO: CARLITO, MANOEL (encoberto), SIDNEY CRUZ E IEDA MAGRI.

ESSE UM, MANOEL RICARDO DE LIMA ( e sua parceira de xadrez) E CARLITO AZEVEDO

VISTA DO HOTEL: O VALE DO CARIRI COM A SERRA DO ARERIPE AO FUNDO

AULA NA LATA EM JUAZEIRO DO NORTE

MINHA TURMA NA MOSTRA ( ... JUCENIR, EU, ULISSES, MATEUS, JÔ E HÉLIO FERRAZ).

OS BACAMARTEIROS NO CORTEJO

CARLITO AZEVEDO E ESSE UM

PRIMEIRA AULA NA VAN (CARLITO, PAULO SCOTT E IEDA MAGRI)

REISADO MIRIM NO CORTEJO



Escrito por chacal às 17h32
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CARIRI, UMA MOSTRA UM MUNDO

REISADO DE SÃO MIGUEL

RAÍZES DO SERTÃO, COMIDA ESPETACULAR

ESSE UM, MANOEL RICARDO DE LIMA ( E SUA PARCEIRA DE XADREZ) E CARLITO AZEVEDO

O VALE DO CARIRI COM A SERRA DO ARERIPE AO FUNDO

AULA NA LATA EM JUAZEIRO DO NORTE

MINHA TURMA NA MOSTRA ( ... JUCENIR, EU, ULISSES, MATEUS, JÔ E HÉLIO FERRAZ).

OS BACAMARTEIROS NO CORTEJO

CARLITO AZEVEDO E ESSE UM

PRIMEIRA AULA NA VAN (CARLITO, PAULO SCOTT E IEDA MAGRI)

REISADO MIRIM NO CORTEJO



Escrito por chacal às 17h32
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Escrito por chacal às 17h30
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o cartaz é de andré kitagawa



Escrito por chacal às 20h58
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CARLITO AZEVEDO lançou seu novo petardo eletrificado: MONODRAMA. estou sorvendo a conta gotas. quase um album de figurinhas volúveis e voláteis que as letras prendem no papel e na fluidez da memória. MONODRAMA! MONODRAMA! MONODRAMA!



Escrito por chacal às 12h12
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MOSTRA DO CARIRI / 2009

cheguei ontem rouco do cariri.

eta mostra da pá virada! o crato é uma belezura. a serra do araripe, uma onda verde. de manhã e de noite, temperatura mais que agradável. na quarta, choveu muito. dançamos na chuva. carlito, manéu, ieda, anna dantes, seu filho lucas, sidney e eu no show irretocável do brasov. 2 horas de folia na chuva. depois cerveja, cigarro e os cocos do carlito na magnífica pousada encosta da serra até o dia nascer a cântaros.

na tarde de quarta, fomos à terreirada em vila nova, um lugarejo perto do crato. fomos a um benzedor para curar a cacunda de manoel ricardo, acidentado no futebol e agravado no crato. mestre moiséis, além de benzer, cantou umas peças pra nós. a cultura oral inteira nesse ilustre país iletrado. "aí chicorró olhava pra cima, olhava pra baixo e mandava uma peça. a bebida acabou com ele".

depois fomos ver a terreirada e foram chegando os reisados com seus vestes assintosamente coloridas com fitas e espelhos e orquestras cabaçais e lutas de espada. o reisado são miguel faz uma releitura (palavra na moda no cariri) da folia. se vestem de centuriões com meiões do flamengo.

passamos no vilarejo, aquela modorra na tarde calorenta. mas em pouco tempo, os reisados com seus mateus, de cara preta, língua e cintura solta, fizeram a festa. todos tem celular e parabólica. aguardamos grandes mixagens.

no mais, minha oficina funcionou. alguns poetas, venceram o preconceito do "eixo" e compareceram. a tradição do cordel é muito forte. mas aguardamos mixagem.

no mais, desenhamos o baixo do cariri com carlito como o profeta, sidney, o primeiro convertido, manoel fazendo o complexo e controverso floro bartolomeu e o tremendão do crato, nosso santo rockeiro, que fará a pedra rolar e a índia velha calar, com trilha sonora do ulisses, mestre e aluno, amestrador de roedores. grato a todos os poetas do crato q me acolheram legal. já já, posto as fotos.

agora recuperar a voz e voltar pra ela, a mosca do anhagabau, que amanhã em são paulo tem BALADA LITERÁRIA.



Escrito por chacal às 11h58
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BALADA LITERÁRIA:

SÁBADO

19h00 – Biblioteca Alceu Amoroso Lima:


 

Dois famosos poetas “performáticos” dos anos 70 (sic) encontram dois famosos poetas “performáticos” dos anos 90
 
CHACAL [poeta carioca] e NICOLAS BEHR [poeta mato-grossense radicado em Brasília] conversam com DANI UMPI [poeta, ator e cantor uruguaio] e MICHEL MELAMED [foto - poeta e ator carioca]
eu, chico alvim, nicolas behr / brasília 2007.


Escrito por chacal às 11h34
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LES PLASTICIENS VOLANTS OSGÊMEOS ELA E EU

Espetacular chegar da Viagem Literária de cinco dias e cinco cidades de São Paulo, correr para o Anhangabaú para ver a festa que reunia o grupo francês Les Plasticiens Volants e os grafiteiros Osgêmeos. De longe já via os bonecos infláveis e escutava a valsa eletrônica. Procurei como um louco a Mosca Gigante. Meu amor podia estar dentro dela, zumbindo atrás do grande boneco d' osgêmeos. Era uma festa rigorosamente linda. O centro da grande cidade cheio de gente de todo tipo encantado. Na euforia do espetáculo, os bonecos infláveis gigantes correm e ondulam no meio da multidão. Essa ensandecida, urra e dança, efusões de felicidade. Bom depois de uma semana percebendo onde São Paulo cresce ou se esquece, ver aquela liturgia pública de puro êxtase sensorial, foi um refrigério. Perdi a mosca que abre o espetáculo, mas no final, encontrei meu amor, já transformada em Dani, e entre pipocas, papel picado e fogos de artifício, nos enroscamos. Ah São Paulo! Que vontade de te viver!



Escrito por chacal às 10h02
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ESSES OUTROS TEMPOS

 

Se, como queria Rodolfo Agrícola, em 1.444, todo poema, educa, deleita e comove, todo poeta é um educador em potencial. Sei disso porque meus grandes mestres foram os poetas, a ala dos compositores da humanidade. De Bob Dylan a Allen Ginsberg, de Oswald de Andrade a Caetano Veloso, de Manuel Bandeira a Chico Buarque e tantos outros camaradas contemporâneos que me iluminam.

Mas do educador para o professor, o caminho é longo. Creio que me falta a didática ou saber o caminho habitual que nos leva à Roma. Mas como tenho boca, chego lá. Tive que sair da escola para aprender Oswald e ouvir Ginsberg. Tive que aprender na rua e nos livros, o que a escola não me ofereceu. A escola é apenas um ponto de partida. Dá a base,  alfabetiza e muitas vezes,  tolhe a criatividade. Temos mesmo que procurar em outro lugar. Nas oficinas que vão surgindo. Cursos livres, internet, bibliotecas e principalmente, o mundo.

A escola hoje passa por um desafio sem precedentes. A tecnologia se desenvolveu barbaramente nessa era digital. As novas gerações, criadas nesse ambiente, já tem outras sinapses, outras percepções da vida e do mundo que a lenga lenga dos livros didáticos, pode inspirar. Os jovens professores sabem disso e vivem também esse conflito. Aos antigos, os belos sonetos.

Não é à toa que a maioria das bibliotecas tem a sua central digital. Pelo menos das que visitei agora em São Paulo. Pesquisas são feitas quase que só pela web. Centros que devem ser monitorados por jovens que conhecem o assunto e equipados com programas educalúdicos que possam concorrer com os games das lan houses, essa droga nova.  Lembrei agora de um jogo da minha infância que era um quiz. Tinha um fio com um plug e a cada pergunta, algumas alternativas de resposta com um terminalzinho elétrico. Você ia encostando o fio nos terminais e na resposta certa uma luzinha acendia. Mirácolo! Hoje, em tempos de GPS, parece uma imagem da Santa Ceia. Mas na época aquilo me eletrocutava. Devo admitir meu gosto pela low tech , por mágicos de feira e cantadores de arrebalde.

Mas voltando à vaca fria, deve ser duro ser professor. Ganhar pouco e ainda viver cercado de olhares descontínuos. Olhares de um tempo em que a fala foi substituída por bits e bytes. E não dá para ser de outro jeito. Ou dá? Cabe a quem quiser penetrar nesse maravilhoso mundo da juventude conectada, se adequar a isso. E cabe ao MEC, ao MinC, às Secretarias de Educação e Cultura, ajudarem nessa conversão, abrindo Pontos de Cultura e oferecendo oficinas, encontros, conversas extra-curriculares.  E aos poetas, adequar a linguagem às novas sínteses, aglutinações e outros barbarismos desse presente tão cheio de passado e futuro.



Escrito por chacal às 09h37
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VIAGEM LITERÁRIA / SÃO PAULO 

DE 9 A 13 DE NOVEMBRO DE 2009

biblioteca de americana: casa do léo e da valdeci, simpatia e competência.

a turma de americana: muita sintonia. gracias!

performance no anfiteatro da biblioteca em americana

os quatis: um momento de suspense em águas de são pedro.

museu gustavo teixedira, local da conversinha com os pequenos de são pedro, que me deram

uma caixinha de presente. não fiz a foto da turma. se alguém tiver feito, me mande.

casa matarazzo em são pedro: tem tudo!

do leme ao leblon, a poesia se espraia.

leme, só alegria.

ana carolina, a super supervisora da viagem.

jaguariúnicas e um jaguariuno: eta conversinha boa!

betiani, a rainha da simpatia, eu e helô, uma jaguariuna. 

daniel, um mestre em jaguariuna e esse um.

a turma de valinhos: garotada atenta.

garotada de toda idade

valeu, valinhos! o insuperável método para se tornar um poeta está a caminho. graças a vcs!

seu reynaldo, o competentíssimo motorista da viagem e a viatura.

 



Escrito por chacal às 14h27
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meu amigo DANISLAU TAMBÉM estará no rio  na quarta feira dia 11, a frente da sua banda,

PORCAS BORBOLETAS, em show no CINEMATEQUE, em Botafogo.

o cara é um raro performer. canta, dança, escreve e assina. não é ingênuo. sabe o que faz.

e faz bem. vem com sua tropa de Uberlândia e promete deixar Botafogo em chamas.

eu estou na estrada senão estava na primeira fila.

quem estiver na cidade olímpica, não deixe de ir. e me contar.



Escrito por chacal às 10h27
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 bailemos pois.



Escrito por chacal às 08h32
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 Chacal  é o convidado do FrenteVerso deste domingo

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DA REDAÇÃO  

 

Ricardo de Carvalho Duarte, mais conhecido como Chacal, faz parte da chamada "geração mimeógrafo", um grupo de jovens sonhadores que na década de 1970 divulgava seus trabalhos em livrinhos feitos naqueles velhos instrumentos de cópia de textos e vendidos pelos próprios autores em bares, shows e outros eventos culturais. Chacal é o convidado do jornalista Marco Lacerda no FrenteVerso deste domingo. O programa pode ser acessado de qualquer parte do Brasil e do mundo através do site www.inconfidencia.com.br
Nos anos 80 e 90, Chacal ficou mais conhecido como músico e letrista com parcerias célebres com Moraes Moreira, Jards Macalé, Lulu Santos, Evandro Mesquita, Fernanda Abreu e outras bandas e compositores de sucesso. Aos 58 anos, ele fala da chegada da velhice com a tranquilidade de quem sabe o seu preço.
 


Escrito por chacal às 12h09
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CONVIVERSAR

E LÁ VOU EU VIAJAR PELAS CIDADES ASSINALADAS TROCANDO IDÉIAS, VIVENDO O VERSO.

americana - segunda, 9.

são pedro - terça, 10.

leme - quarta, 11.

jaguariúna - quinta, 12.

valinhos - sexta, 13.

Viagem Literária

Lançado em 2008, o programa Viagem Literária é uma parceria entre a Secretaria de Estado da Cultura e as Bibliotecas públicas das cidades participantes.

O programa visa, por meio de atividades realizadas em bibliotecas e encontros com escritores consagrados, incentivar a leitura e aproximar ainda mais o público desses espaços.

As atividades pretendem ser uma “viagem” prazerosa pelo mundo literário, por meio de bate-papos com escritores e cronistas, oficinas de criação literária e contação de histórias.

Em 2008, o programa levou consagrados escritores brasileiros a bibliotecas de 40 cidades paulistas. Ao longo de quatro meses – agosto a novembro –, as bibliotecas receberam 160 atrações, com programações destinadas a um módulo diferente a cada mês. Em agosto o foco foi o público infantil, em setembro a programação dedicou-se ao bate-papo com escritores de renome como Mário Prata, Zuenir Ventura, Marcelino Freire, Ignácio de Loyola Brandão entre outros. No mês de outubro, foi a vez dos cronistas falarem sobre a arte de fazer crônicas a partir dos mais variados temas e assuntos do cotidiano. Em novembro, o público foi convidado a participar de oficinas de criação literária, para produzir contos e poemas, aprimorando seu talento e a sua relação com o texto literário.

Em 2009, o programa cresceu e levará, de junho a novembro, um total de 275 atividades a 55 cidades participantes. Entre os escritores de destaque desta segunda edição estão: Milton Hatoum, Ronaldo Bressane, Carola Saavedra, Beatriz Bracher, Adélia Prado, Menalton Braff entre outros talentos.

Cada biblioteca receberá uma atração mensal ligada à literatura. Bate-papos com autores, contação de histórias e oficinas de criação literária serão o passaporte para uma deliciosa viagem pelo mundo dos livros. Essas atividades são organizadas em módulos temáticos.

JUNHO – Bate-papo com o Escritor: leituras escolhidas
AGOSTO – Contação de Histórias
SETEMBRO – Bate-papo com o Escritor: literatura infanto-juvenil
OUTUBRO – Bate-papo com o Escritor: literatura para todos
NOVEMBRO – Oficina de Criação Literária

Cidades participantes em 2009: Adolfo, Alumínio, Americana, Américo Brasiliense, Anhumas, Apiaí, Arujá, Batatais, Botucatu, Buritama, Buritizal, Campos do Jordão, Cerqueira César, Cerquilho, Cruz das Posses (distrito de Sertãozinho), Cubatão, Dobrada, Eldorado, Fartura, Ferraz de Vasconcelos, Gavião Peixoto, Getulina, Guapiaçú, Guaratinguetá, Ibiúna, Ilha Comprida, Ilha Solteira, Ilhabela, Itanhaém, Itapeva, Jaboticabal, Jaguariúna, Jardinópolis, Junqueirópolis, Leme, Macatuba, Miguelópolis, Osvaldo Cruz, Palmital, Pederneiras, Penápolis, Pindamonhangaba, Presidente Venceslau, Rancharia, Ribeirão Corrente, Santa Cruz do Rio Pardo, São Caetano do Sul, São Francisco Xavier (distrito de São José dos Campos), São Pedro, São Roque, Taguaí, Tanabi, Valinhos, Valparaíso e Viradouro.

 

QUEM SABE AGORA COM MAIS VERBA NO ORÇAMENTO,

A SECRETARIA DE CULTURA DO RIO SE ANIME A FAZER ALGO PARECIDO.



Escrito por chacal às 16h23
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