chacalog


amanhã tem lançamento da coleção "ciranda de poesia" no largo das artes,

Rua Luís de Camões, 02/Sobrado

Largo de São Francisco – Centro

Rio de Janeiro – RJ

 

Coleção Ciranda da Poesia

Antonio Cicero por Alberto Pucheu

Carlito Azevedo por Susana Scramim

Chacal por Fernanda Medeiros

Claudia Roquette-Pinto por Paulo Henriques Britto

Guilherme Zarvos por Renato Rezende

Leonardo Fróes por Angela Melim

Sebastião Uchoa Leite por Franklin Alves Dassie

Na ocasião, será lançado também

Livro ou livro-me. Os escritos babilônicos de Hélio Oiticica (1971-1978)

de Frederico Coelho.

Sábado, 11 de dezembro de 2010, das 17 às 20:30 h

 

Galeria Largo das Artes. quem for, vai !



Escrito por chacal às 10h30
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Caro Zani,

 

Agradeço o convite para participar da Bienal de São Paulo.

Depois de alguns contratempos como o atraso do vôo

devido ao mau tempo e conseqüente transferência do pouso

para Guarulhos, o que me fez chegar ao hotel, depois de longa caminhada pela paulista,

me desviando de jovens assassinos - não pego táxi -  quase três da madrugada,

as coisas foram melhorando. Faltou um certo cuidado.

Gostei muito de visitar a Bienal. Achei mais bem montada

que de outras vezes que fui. As obras não estavam tão entulhadas

e dava para apreciar cada uma. Claro que pelo pouco tempo que fiquei,

vi muito pouca coisa. Vibrei com Zerbini, Vergara, Ronald Duarte e Chantal Akerman.

Fiquei revoltado com a seqüela que fizeram à obra de Nuno Ramos.

Depois vem falar em liberdade de expressão.

Meu recital foi um tanto precário. Não consegui localizar no site, data e hora da minha entrada,

para poder convidar os amigos. O contato com o Pedro foi muito difícil desde o início.

Em parte, talvez, porque eu tenha viajado muito e talvez por conta de confusão com os emails.

Não sei ao certo. Fato é que isso atrapalhou muito.

O lugar também não ajudou nem um pouco. O terreiro “Eu sou a rua” no site parecia enorme.

Ao vivo, muito pequeno. E tinha uma característica paradoxal para um lugar de recitais e conversas:

era uma arena centrífuga. O foco não era o centro do espaço, mas as suas saídas.

Foi difícil conquistar a atenção do público razoável que compareceu.

Parece que foi um arquiteto alemão que fez o projetou. Devia ficar de castigo na Bauhaus.

Segundo o Pedro e seus amigos, o recital foi positivo.

Outro detalhe que me deixou surpreso, foi ver um poema meu no catálogo da bienal.

Acho que seria mais correto se eu tivesse dado a autorização em vez de terem pedido à editora.

Enfim entre mortos e feridos, o Fluminense foi campeão. E isso é que importa.

 

grande abraço

 

chacal

 



Escrito por chacal às 15h43
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VIAGEM LITERÁRIA 2010: RELATÓRIO

 

ARUJÁ, uma biblioteca arejada, com ótimos participantes. Lembro de um senhor cordelista que queria se mostraR. Evitado, se retirou. Tinha um garoto bem novo, escreve e dirige teatro na escola, muito bom. A recepção por parte da diretora foi muito simpática.

 

SUZANO, recepção calorosa do Sacolinha, poeta e diretor cultural da biblioteca. Tinham vários participantes interessados. Muitos cordelistas. Gente simples. Foi no Dia da Consciência Negra a data desmobilizou o evento, drenando a galera para outras manifestações. Mas foi muito legal fazer e saber que a cidade já tem o hábito de fazer saraus literários e multimídias.

 

CAMPO LIMPO PAULISTA foi o lugar que menos gostei de fazer. O público era bom, apesar da chuva, mas a recepção e o envolvimento das bibliotecárias foi pequeno. No fim, quase me expulsaram porque as bibliotecárias tinham que ir embora. Podia passar sem essa.

 

VÁRZEA PAULISTA, o melhor lugar. As pessoas todas super animadas e interessadas. A biblioteca, um grande centro comunitário de cultura, esporte e lazer. A Jô, grande animadora cultural. Dá muito gosto fazer coisas por lá.

 

VALINHOS, já havia ido ano passado e novamente me agradou muito. A recepção da Luciana e da Marta, é sempre um capricho. A turma, mistura de jovens e adultos interessados, um fator estimulante. Voltaria lá muitas vezes mais.

 

Quanto à divulgação, cara Carolina, difícil saber. Não reparei muito nesse detalhe, assim como não sei ao certo que bibliotecas dispunham dos meus livros. Me arrependi de não ter levado, pelo peso, meu livro mais recente. Em compensação, passei a todos o endereço do blog do livro www.umahistoriaamargem.blogspot.com

 

Um ponto a favor esse ano, foi as escolas não terem obrigado aos alunos a assistir à palestra. Ficou tudo mais leve. Mas acho que as bibliotecas, junto com as escolas talvez, deviam propor trabalhos sobre os autores que farão a Viagem. Seria uma forma de valorizar e fortalecer o projeto. Esse trabalho poderia ser feito através de livros, blogs e pesquisa na internet.

 

Como as cidades eram próximas da cidade de São Paulo, dormi mais num bom hotel na capital, próximo à praça da república. Só no penúltimo dia dormi também num bom hotel em Jundiaí.

 

O motorista continua sendo complicado. Devia ser um coadjuvante, mas cinco dias na estrada, passa ser a figura principal. Difícil de resolver. O que viajou comigo, não conhecia algumas cidades, não confiava no GPS e discutia com aquela voz feminina da engenhoca. À noite de segunda, para achar o hotel, depois de 8 horas de trabalho em 2 cidades, foi um pesadelo. Talvez fosse melhor dar a opção ao autor de ir em carro próprio com GPS e telefones e contatos nas bibliotecas a serem visitadas.

 

No mais, é sempre uma aventura conhecer cidades e trocar idéias. Poder dar outras referências a pessoas que ainda acham que em poesia, que em arte, existe o certo e o errado.



Escrito por chacal às 11h30
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  • A VIDA É BELA
  • flu campeão e eu dentro daquele avião encalhado na pista do santos dumont sem teto. doce provação. ééééé .... cam-pe-ão !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
  • fiz uma récita num terreiro - eu sou a rua - da bienal. foi legal e difícil. a única arena centrífuga q já entrei. coisa de um arquiteto alemão. saudade de bauhaus. 
  • me empaturrei com o inferninho de luiz zerbini. eu e um monte de adolescentes que dançam e pulam nas bolinhas brancas e coloridas q acendem e apagam sobre a areia e um som nervoso. até domingo, 12. vale o vôo !
  • vendo só agora o trabalho do vergara na bienal sp percebi que a poesia marginal é uma onda beat, filtrada pelo cacique de ramos, sintetizada pela nuvem cigana. a parada tá lá até domingo. depois só deus sabe.


  • Escrito por chacal às 10h14
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