chacalog


 

UMA ELEGIA !!!!!

http://www.youtube.com/watch?v=Dpx5fUMwwdw

A Vizinha (Pega Ela Peru)

                                Mussum

(Bonita cuíca, hein! Ta bonita.
A cuíca tá nova, vaquinha no bairro,
o negocio é nao falar mal das vizinhas.
Isso é bloco de bairro, gente!
Não, mas ta bom a cuica, ta beleza,
mas não vai fazer fofoca com a vizinha, hein?
vamos fazer o nosso carnaval, embalo, embalo!)

Dona Maria tá com bronca da vizinha
E manda a mesma pra tudo quanto é lugar
Mas a vizinha, osso duro de roer
Chama a Maria de maria-vai-com-as-outras, eu sei
Mas Dona Maria começou a imaginar
Um apelido que não fosse popular
É aí, quando a vizinha enche a cara de pitú
E passa na esquina é o maior sururu

Pega ela peru, pega ela peru
Pega ela peru, pega ela peru
Pega ela peru, pega ela peru
Pega ela peru, pega ela peru

E Dona Maria...

Dona Maria tá com bronca da vizinha, eu vou explicar
E manda a mesma pra tudo quanto é lugar
Mas a vizinha, osso duro de roer
Chama a Maria de maria-vai-com-as-outras, eu sei
Dona Maria começou a imaginar, pra se vingar
Um apelido que não fosse popular
E aí, quando a vizinha enche a cara de pitú
E passa na esquina é o maior sururu

Pega ela peru, pega ela peru
Pega ela peru, pega ela peru
Pega ela peru, pega ela peru
Pega ela peru, pega ela peru

 



Escrito por chacal às 16h28
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   morro de amores  

   e mordo diamantes  

  e dos cacos de meus dentes sangrando 

   faço um cordão pra enfeitar sua fantasia. 

- o carnaval tá mandando. evoé ! -



Escrito por chacal às 05h48
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Esses dias sai no Suvaco. 25 anos não é toda hora que se faz. tomo duas e saio. brindo baco e saio. afinal é o bloco do bairro.

pois encontrei o mais carioca do alemães afro negões, William, enrolado numa bandeira do Estado do Rio de Janeiro. Estranhei a águia. Parecia nota de dólar. Pensei: cadê os golfinhos? Para mim, rio e golfinhos sempre estiveram juntos e misturados. desde o tempo que eu pegava a cantareira pra niterói e os golfinhos corcoveavam maritimamente atrás. perguntei ao neto, a lili, ao marcos wagner. ninguém sabia. perguntei ao minc que evoluia em frente da bateria. o ministro prometeu que vai despoluir a baía de guanabara para eles voltarem a nadar na nossa bandeira. fiquei tranquilizado. e fui quimicamente mijar.

depois ainda intrigado vim fazer essa pesquisa no google. parece que os golfinhos nadavam na bandeira do estado da guanabara. com esse incorporado ao estado do rio, a bandeira com os golfinhos passou a ser a do município do rio de janeiro. a cidade ficou com os golfinhos, o estado com a águia. dúvida desfeita, cobrarei do minc, esse emérito passista, que venha logo essa despoluição e voltem os golfinhos a nadar placidamente na nossa monumental baía. a humanidade carioca agradece.



Escrito por chacal às 10h48
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Art. 1º - O Brasão do Estado do Rio de Janeiro, criado pela lei nº 5.138, de 7 de fevereiro de 1963, passa a ter a descrição e a interpretação dadas pela presente lei.

Art. 2º - O Brasão de Armas tem a forma tradicional dos escudos adotados pelo clero, oval - simbolizando os anseios cristãos do povo fluminense - cortado. O primeiro de azul, representa o céu e simboliza a justiça, a verdade e a lealdade, com a silhueta da Serra dos Órgãos, movente do traço do cortado, destacando-se o pico Dedo de Deus, na cor; o segundo de verde, representando a baixada fluminense, cortado de azul, lembrando o mar de suas praias.

Art. 3º - O escudo é circundado por uma corda de ouro, simbolizando a união dos fluminenses.

Art. 4º - Colocado brocante, uma águia de cor natural, com asas abertas, na atitude de alçar vôo, representando o Governo forte, honesto e justo, portador de mensagem de confiança e de esperança aos mais longínquos rincões de nosso Estado; assente em um escudo redondo de azul, faixado e orlado de prata, respectivamente com as inscrições: "9 de abril de 1892" lembrando a promulgação da primeira Constituição do Estado do Rio de Janeiro, e "Recte Rempublican Gerere" (gerir a coisa pública com retidão), traduzindo a preocupação constante do homem público do nosso Estado; e carregado de uma estrela de 5 pontas de prata; no chefe, representando a Capital.

Art. 5º - Como apoios, uma haste de cana e um ramo de cafeeiro frutado, de cor natural, colocados, respectivamente, à direita e à esquerda do escudo, representando os principais produtos da terra.

A bandeira, o brasão e demais símbolos, bem como a marcha oficial do município, serão os mesmos do antigo Estado da Guanabara.

Em razão da fusão entre os estados da Guanabara e do Rio de Janeiro em 1975 foi suprimida a estrela de prata símbolo de unidade federativa, que existia no brasão da bandeira antiga.

A Bandeira do Município do Rio de Janeiro fica atualizada da seguinte forma:

Bandeira em campo branco, com duas faixas azuis, postas em diagonal, constituídas de uma banda e uma barra (Cruz de Santo André), tendo sobre o seu cruzamento, na proporção de 1/6 (em sexto) do campo total, o Brasão de Armas do Estado (Lei nº 384, de 23/10/1963), em vermelho, destacando-se, em branco, a esfera armilar, eas três setas .

As cores adotadas na Bandeira do Município do RJ – branco, azul e vermelho – têm significação tradicional ou histórica e significação em heráldica.

Significação tradicional ou histórica:

O azul e o branco simbolizam a origem portuguesa da Cidade. São as cores tradicionais da monarquia portuguesa, adotadas desde a criação de Condado Portucalense, em 1097. Somente após a proclamação da República Portuguesa, em 5 de outubro de 1910, Portugal adotou as cores verde escuro e escarlate para a sua Bandeira.

O vermelho simboliza o sangue derramado por São Sebastião, Padroeiro da Cidade e o sangue derramado por Estácio de Sá, Fundador da Cidade e pelos nossos colonizadores em defesa do Rio de Janeiro.

Significação em heráldica:

Em heráldica, o branco liso é convenção da prata (metal). Tradicionalmente simboliza a inocência, a pureza, a beleza, a castidade, a esperança, a vitória, sem sangue, sobre o inimigo e a paz.

Azul (Blau) – simboliza a justiça, a lealdade, o saber, a perseverança e a vigilância.

Vermelho (Goles) – simboliza a valentia, a coragem, a nobreza, a grandeza, a audácia, a honra e a vitória, com sangue, sobre o inimigo.

Significação tradicional ou em heráldica dos demais elementos da Bandeira e do Brasão de Armas do Estado da Guanabara:

Cruz de Santo André (em forma de X) – simboliza sentimento cristão e devoção ao santo mártir, crucificado no último quartel do Século I, sobre dois paus cruzados em forma de X. Em heráldica tem a denominação de “Aspa” ou “Santor” (banda e barra cruzadas) e significa elevado conceito de honra.

Escudo português. – O escudo português (azul e arredondado na base), foi adotado em 1139, com a criação do Reino de Portugal, no reinado de D. Afonso Henriques (1139-1185).

Esfera armilar. Data de 1495, a adoção da esfera armilar, de ouro, por D. Manuel I, o Venturoso , 14º Rei de Portugal (1495-1521), que a instituiu para sua divisa. A esfera armilar manuelina foi justaposta à cruz mandada erguer por Pedro Álvares Cabral, na Terra Brasileira, a 1º de maio de 1500 (2ª missa), conforme o testemunho de Pero Vaz de Caminha, nestes trechos da sua famosa carta: “E hoje que é sexta-feira, primeiro dia de maio, saímos em terra com nossa bandeira; e fomos desembarcar rio acima, contra o sul, onde nos pareceu que seria melhor arvorar a cruz, para melhor ser vista... Plantada a cruz, com as armas e divisa de Vossa Alteza, que primeiro lhe haviam pregado, armaram altar ao pé dela”.

Três setas cruzadas. Simbolizam o martírio de São Sebastião, padroeiro da Cidade, cujo dia consagrado é 20 de janeiro, feriado religioso no Estado da Guanabara (hoje município do Rio de Janeiro). São Sebastião, jovem oficial da guarda do Imperador Deocleciano, nasceu em Narbone, Gália, em data desconhecida e foi morto no ano 287, por ordem de Deocleciano. O corpo de São Sebastião, recolhido por Santa Luciana, foi sepultado aos pés dos apóstolos São Pedro e São Paulo.

Barrete frígio (espécie de carapuça). O barrete frígio foi adotado na França, na época da tomada da Bastilha (1789), pelos republicanos que lutaram pela Primeira República Francesa. Instalada em 1793. Era vermelho, tendo ao centro, à esquerda, um pequeno distintivo circular (botão) com as cores francesas. Tornou-se, por isso, símbolo do regime republicano. No Brasão de Armas do Estado da Guanabara (Lei nº 384/63) o barrete frígio conserva a cor vermelha, tendo ao centro, à esquerda, um pequeno distintivo circular (botão) com as cores nacionais.

Ramo de louro – símbolo da vitória

Ramo de carvalho – símbolo da força

Golfinhos – símbolo de cidade marítima



Escrito por chacal às 10h19
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eu sobre o asfalto quente desse verão no rio.

e mais não digo.



Escrito por chacal às 09h57
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