chacalog


 na foto consta um cachorro

num canto da foto.

 o fato é que o cachorro não está só.

 é só olhar para o meio da foto.

 ali bem debaixo do seu nariz

 uma mulher segura um buquê de flores

 e um homem a decapita.

 o cachorro parece latir.

não há nada a fazer fora da foto.



Escrito por chacal às 07h31
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]



PARADA BICHO PELUDO 
 
eu vou lá aprender como é que é.
 
 
 
 
 
 
 
 Processos poéticos do corpo como suporte
 
 
Professores: Alexandre Sá & Daniela Mattos
 
 
  Escola de Artes Visuais do Parque Lage
 
Telefones: 21 2538 1879 / 21 2538 1091
 
 
Terças-feiras
19:30 às 22:30
 
 

O curso tem como objetivo possibilitar aos alunos a investigação dos instrumentos necessários para a compreensão da performance como um meio de expressão artística, que se estabelece gradativamente no âmbito da construção plástica, tornando-se fundamental para a experiência estética na contemporaneidade. Em termos gerais, avaliaremos seu processo histórico, sublinhando aspectos que moveram seu surgimento e observando sua potência poética de vivência e experimentação enquanto elementos primordiais para essa linguagem. Serão abordadas, como eixo fundamental do curso, questões em torno do uso e estudo do corpo como suporte para o trabalho de arte, e ainda, discutir as práticas individuais dos alunos através de exercícios propostos de acordo com os conteúdos desenvolvidos.

 



Escrito por chacal às 07h17
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]


O MELHOR ZERO OITOCENTOS DO RIO DE JANEIRO ESTÁ DE VOLTA ! 

NÃO PERCAM !

 Neste sábado, dia 29, tem show de rock de graça no Sebo Baratos da Ribeiro, em Copacabana.


 UÉ, O VESPEIRO VOLTOU?


Não e sim. Não do mesmo jeito. Mas sim na medida em que A BARATOS DA RIBEIRO CONTINUA SE VIRANDO DO AVESSO PRA DIVULGAR AOS SEUS CLIENTES, AMIGOS E VIZINHOS O BOM ROCK´N´ROLL FEITO POR EXCELENTES BANDAS ÓRFÃS DE GRAVADORAS E EMISSORAS DE RÁDIO.


Só que agora o formato é quase acústico. Trocamos as guitarras por violões e a bateria por percussão. Agora não dá pra esconder idéias capengas com riffs distorcidos e volume no talo. Agora não dá pra exigir menos do que letras sagazes, vozes marcantes, arranjos ousados e presença – de palco? Que palco? – magnética. 

  SÁBADO 29 julho, às 16h

 Shows semi-acústicos das bandas

 BANZÉ (SP) + FILHOS DA JUDITH + RAFAEL ELFE & BANDA (Ex-Ismália)

No

  SEBO BARATOS DA RIBEIRO

Rua Barata Ribeiro, 354, Copacabana

(próximo ao metrô Siqueira Campos)

Tels. (021) 2549 3850 ou 2256 8634

 




Escrito por chacal às 16h11
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]


 israel / USA enfiando míssel na cabeça dos libaneses

 polícia inglesa assassinando brasileiro em londres e fica por isso mesmo !?

 depois cai uma bomba em nova york, londres ou tel aviv e o pessoal reclama ! 



Escrito por chacal às 16h01
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]


 poeta marginal é o que vive ...

 à margem ... 

dos suplementos

 das editoras

  das livrarias

 

 poeta marginal é o que vive !

 

o resto é academia.

 

 

....................................................

 

imagine se,

por algum estranho motivo,

a música parasse de tocar

 

*******************************

 

e fosse consumida apenas através de partituras.

o mundo ia ficar mais triste ! 

*********************** 

 

foi isso que aconteceu com a poesia.

ela se afastou da fala, do corpo e se confundiu com a escrita,

 tornando-se monopólio de um estreito círculo de iniciados.

 

mas isso está mudando.

isso está mudando.



Escrito por chacal às 14h18
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]


 MARCELO LAFFITE

 

Guardem esse nome: Marcelo Laffite. Um cara ousado que faz cinema. Fui ver seus quatro curtas ontem na Casa de Rui Barbosa. Abriu com seu primeiro filme: Vox Populi, de 97. Uma historinha de traição muito bem contada com Maitê Proença arrasadora. Marcelo dirige bem os atores e domina a parte técnica. O segundo, Banquete é Zé Wilker e Norma Bengell de mendigos tirando uma de gourmets. Magnífica interpretação e caracterização. Fotografia espetacular, quase dentro dos atores, que se lambuzam literalmente ao comer um suposto coc au  vin. O terceiro, Ópera Curta, de 2004, feito na Parada Gay, em Copacabana, mostra um triângulo com duas mulheres e um traveco. Não tem texto e as atrizes, mais uma vez, sensacionais. Poema feito de imagens. Meio punk meio gay.

O quarta, que estreiou ontem, é Fúria, um curta baseado no extraordinário livro de João Gilberto Noll, “Fúria do Corpo”. Marcelo mantém a qualidade da direção dos atores em ótima performance. O filme tem a densidade do livro, mas não a dinâmica do texto vertiginoso do autor gaúcho. O filme parece realmente uma cena de um longa. Ele não tem um movimento dramático muito claro. Fica nublado dentro de uma excelente direção  de arte e interpretação. Parece uma instalação junkie, um plínio marcos reciclado e embalado para presente. Merece um antes e um depois.



Escrito por chacal às 10h14
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]


 O CINEMA NO SEU DEVIDO LUGAR

 

Conheci o Marcelo na cinematográfica casa do Luís Fernando, um cineasta bissexto, na subida para Santa Teresa, na rua Júlio Otoni. Falei a ele, sobre minha dificuldade em degustar o cinema, sempre achando que o teatro e a performance levam a vantagrem por ser ao vivo. No fundo, o que mais me ira, é uma certa arrogância dessa linguagem artística, que por se dizer indústria cultural, monopoliza imensa verba que ninguém me prova que se justifica. Uma arte que sempre foi bancada com o dinheiro do povo através de leis de incentivo e simples financiamento federal para um retorno pífio em relação ao investimento. Pobre Brasil que elege esses beócios que adoram posar de benfeitores das artes e  jantar suas belas atrizes e starlets. Isso dá um péssimo filme.

Mas o cinema é uma expressão artística como qualquer outra. E, através dos meios digitais, vai se tornando cada dia mais accessível. E pelos “youtubes” da infovia vai conseguir muito em breve, a exposição que toda arte precisa. Vê quem quer. As lans house serão a maior cadeia de cinemas do mundo. É só configurar a idéia e reformatar o olhar. Será uma revolução que colocará, não o cinema, que como a poesia é imortal, mas Hollywood como um pequeno selo de chanchadas elegantes num gigantesco menu de iguarias variadas. Marcelo sabe disso. Foi diretor da ABD & C. É guerreiro. Quer fazer filme para celular. Ele sabe do que fala. Ele tem um pacto com cactos intactos. Não é um incauto qualquer. Chegou a hora do cinema pagar a dívida. Sair de sua impáfia e perceber e receber outras linguagens artísticas em prol da expressão humana.  



Escrito por chacal às 10h10
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]


[ página principal ] [ ver mensagens anteriores ]
 
Meu perfil





BRASIL, Sudeste, RIO DE JANEIRO, GAVEA, Homem, de 56 a 65 anos, Portuguese, English, Livros, Música
Outro -



Meu humor



Histórico


Votação
Dê uma nota para
meu blog



Outros sites
 cooperifa / sergio vaz
 bendita palavra maldita
 cep 20.000
 ubuweb
 mario bortolotto
 fernanda d'umbra
 cemitério de automóveis
 ademir assunção
 radiocaos
 cronópios
 daniel soares / dudu pereira
 ivana arruda leite
 márcio américo
 thadeu wojciechowski
 cão danado - cássio amaral
 sensívelldesafio
 cléo de paris
 lorena poema
 marcelo sahea
 simone kaplan
 cecília-borges
 sobrecasaca
 numa noite qualquer
 raul mourão
 orfanato portátil - marcelo montenegro
 paulo scott
 a dobradura / alice sant'anna
 pat lopes
 carol luiza
 BAILINHO
 paulo pessoa
 inverno de julho
 eu e minha bicicleta
 jaguadarte
 as escolhas afectivas
 pseudopop / ledusha
 ERRATICA
 leminiskata / solda
 big city small town / edkuma
 dado / febril
 danislau também
 marcelo noah
 girassóis e vinho tinto
 ENTRE SÉRGIO PORTO
 cidadão do mundo / são caetano